Terreiro de Cura — Umbanda
Luz de
Olorum
Se você carrega um peso que não passa, uma dor que o médico não encontra ou um cansaço que vai além do corpo — a porta desta casa está aberta para você. Toda sexta-feira, sem marcação, sem cobrança, sem precisar ser da Umbanda.
Bem-vindo à Luz de Olorum
Um terreiro de cura, com a força de Preto Velho e Obaluaê
A Luz de Olorum é um terreiro de Umbanda voltado exclusivamente para os trabalhos de cura espiritual. Trabalhamos sob a força dos Pretos Velhos — espíritos de sabedoria, paciência e caridade — e de Obaluaê, o Orixá senhor das doenças e da cura.
O atendimento espiritual que oferecemos pode acompanhar o tratamento médico e psicológico, mas não o substitui. Ninguém aqui vai pedir que você suspenda um medicamento, culpar sua fé pelo que você sente, nem fazer promessas de cura. O que os velhos fazem é escutar, amparar e orientar — com caridade, respeito e sem cobrança de qualquer espécie.
Aqui não se faz amarração, não se faz trabalho de amor, não se resolve questão de dinheiro. O único propósito desta tenda é a cura.
Nossa essência
Um terreiro pequeno, por escolha — e de cura, por vocação
A Luz de Olorum trabalha com uma linha só e com um propósito só: a cura.
Este terreiro é regido pela força dos Pretos Velhos e de Obaluaê — o Orixá da cura, das doenças e da transformação. Não fazemos amarração, não fazemos trabalho de amor, não resolvemos questão financeira. Quem chega aqui, chega para ser curado — e é isso que os velhos fazem, com paciência, com caridade e sem pressa.
Aqui não tem fila de duzentas pessoas, porque cura não se faz com pressa. Atendemos poucos por gira para que ninguém saia com a sensação de ter falado depressa demais.
Quem rege a casa
Pai Antônio
das Almas
Preto velho das almas, chega devagar, escuta muito e fala pouco, e o que fala vem com a paciência de quem já atravessou o que ninguém deveria atravessar.
Promover a cura espiritual através dos ensinamentos da Umbanda e dos trabalhos dos Pretos Velhos e de Obaluaê, acolhendo a todos com amor, respeito e caridade.
Este terreiro trabalha somente com cura. Sob a força de Obaluaê e dos Pretos Velhos, não realizamos trabalhos de amor, amarração ou questões financeiras. Nosso único propósito é a cura do ser.
Respeito, disciplina espiritual, caridade e amor ao próximo. A porta aberta para quem chega, independente de crença ou religião.
Quem atende você
Preto Velho e Obaluaê
A cura que vem da terra, das ervas e da sabedoria dos velhos.
Os Pretos Velhos são espíritos de africanos escravizados nesta terra, que viveram o cativeiro e ainda assim voltam para consolar. Na tradição umbandista, são frequentemente associados aos trabalhos de cura — pela paciência, pelo conhecimento das ervas e pela escuta que não tem pressa.
Obaluaê — também chamado Omolu — é o Orixá senhor das doenças e da cura. É ele quem abre os caminhos da saúde, quem transforma a dor em recomeço. Neste terreiro, a força de Obaluaê e dos Pretos Velhos trabalham juntas, e só para isso: o cuidado e a cura espiritual.
Adorei as Almas · Atotô Obaluaê
Acolhimento e escuta
Receber a pessoa e compreender o que ela está vivendo, com respeito e discrição. A cura começa quando alguém se sente ouvido de verdade.
Preces, passes e benzimentos
Práticas religiosas realizadas com intenção de amparo e equilíbrio espiritual — feitas com a mão, com a reza e com o cachimbo, para tirar o peso que a pessoa trouxe de casa.
Consulta com os guias
Conforme a crença umbandista, orientações transmitidas por meio dos médiuns. Vovô escuta a vida inteira de quem senta ali e devolve o caminho em palavra simples.
Ervas, banhos e defumações
Elementos ritualísticos utilizados segundo os fundamentos da casa, respeitando os cuidados com seu uso. A fumaça sagrada que abre o ambiente e o banho de folha indicado na consulta.
Acompanhamento espiritual
Encontros ao longo do tempo, quando fazem parte da organização do terreiro. A porta está aberta toda sexta-feira para quem precisa voltar.
O Orixá da cura
Obaluaê — Senhor das doenças e da cura
Omolu, o velho coberto de palha, que transforma a dor em recomeço.
Obaluaê — também chamado Omolu ou Xapanã — é o Orixá que governa as doenças e a cura. É ele quem conhece cada enfermidade do corpo e do espírito, quem tem o poder de fechar as chagas e abrir os caminhos da saúde. Sua palha cobre o que dói e revela o que pode ser curado.
Neste terreiro, trabalhamos sob a proteção e a força de Obaluaê. O atendimento espiritual que oferecemos é um cuidado religioso — pode caminhar junto com o tratamento médico e psicológico, mas não o substitui. Ninguém aqui vai culpar sua fé pelo que você sente, nem fazer promessas que não cabem à espiritualidade fazer.
Atotô Obaluaê
Doenças físicas, dores sem explicação, cansaço que não passa. O amparo espiritual de Obaluaê e dos Pretos Velhos acompanha — não substitui — o cuidado médico.
Ansiedade, tristeza, medo, pensamentos que pesam. A escuta acolhedora, a prece e o apoio da comunidade podem fazer parte de um processo de cura espiritual, respeitando o tempo de cada um.
Cargas espirituais, energias pesadas, vínculos que prendem. A limpeza espiritual feita com ervas, defumação e a força de Omolu — sempre com respeito à autonomia de quem chega.
Agenda Espiritual
Gira de Cura — toda sexta-feira
Sessão aberta ao público, sob a força de Preto Velho e Obaluaê. Venha com fé, respeito e roupa branca.
Gira de Preto Velho
Às 20hAberto ao públicoComo participar
Senhas no localSem marcação- ✦Senhas distribuídas no local, por ordem de chegada
- ✦Chegue com antecedência — as vagas são poucas
- ✦Sem marcação e sem cadastro prévio
- ✦Aberta a todos, com ou sem religião — 100% gratuito
O atendimento
Como acontece, do portão até a saída
Para você chegar sabendo o que vai encontrar.
Você chega e pega a senha
O portão abre antes da gira começar e a senha sai por ordem de chegada. Não precisa avisar antes, não precisa marcar, e não precisa dar nome nem telefone.
A casa abre a gira
Tem ponto cantado, atabaque e defumação para limpar o ambiente e chamar os guias. Nessa hora você só fica sentado, assistindo, sem precisar fazer nada.
O cambone chama a sua senha
Ele te leva até o preto velho e fica ali do lado durante toda a consulta, para traduzir o que você não entender e para te ajudar no que precisar.
Você fala o que trouxe
Pode falar de doença, de família, de trabalho, de medo ou de tristeza sem nome. Vovô escuta, benze, passa o cachimbo e conversa. Pode indicar uma vela, um banho de ervas ou simplesmente paciência. O que os velhos fazem é amparar — o tratamento médico e psicológico segue junto, não é substituído.
A gira encerra e a casa se despede
No fim, a corrente canta o ponto de encerramento e agradece por quem veio. Você pode ficar até o fim ou sair antes, como preferir, e se quiser voltar, a porta está aberta na próxima sexta.
Antes de vir
O que levar, o que vestir
A resposta curta é quase sempre a mesma, venha do jeito que der.
O espiritual não substitui o médico
O atendimento aqui é religioso e espiritual. Pode caminhar junto com o tratamento médico e psicológico, mas não o substitui. Ninguém vai pedir que você suspenda medicamento nem vai culpar sua fé pelo que você sente.
Roupa branca, se tiver
O branco ajuda no trabalho da corrente. Se você não tiver, venha com a roupa mais clara que houver no armário, porque ninguém volta da porta por causa de roupa.
Não precisa levar nada
A vela, a erva, o defumador e o que mais for preciso já estão aqui. Traga você, que a casa cuida do resto.
Não precisa ser da Umbanda
Ninguém vai perguntar qual é a sua religião nem pedir que você mude de fé. Católico, evangélico, espírita e quem não tem religião nenhuma são atendidos igual.
Pode trazer companhia
Idoso, criança e quem estiver cuidando de você entram junto. Se a pessoa que precisa não consegue caminhar sozinha, avise a gente antes pelo WhatsApp.
Venha sem bebida
Álcool no corpo atrapalha o seu atendimento e o trabalho de quem está na corrente. No dia da gira, deixe para depois.
Chegue com tempo
As senhas acabam, e quem chega cedo pega as primeiras. Vindo com antecedência você ainda assiste a abertura da gira inteira, que já é parte do trabalho.
Quem já veio
O que as pessoas contam
Relatos de quem chegou pela primeira vez e voltou para contar.
Fui pela primeira vez sem saber nada de Umbanda, com medo de não ser bem recebida. Saí de lá mais leve do que entrei. O preto velho me ouviu com uma paciência que eu nunca tinha encontrado em lugar nenhum.
M.F., São Paulo
Estava passando por um momento muito difícil na família e uma amiga me indicou a casa. Não esperava nada, mas o conselho que recebi naquela noite mudou a forma como eu estava encarando tudo. Voltei outras vezes.
R.S., São Paulo
Nunca tinha entrado em um terreiro. Fui cheio de preconceito e saí envergonhado do preconceito que tinha. A casa é simples, acolhedora, e as pessoas que trabalham ali têm um cuidado genuíno com quem chega.
C.O., São Paulo
Perguntas frequentes
O que as pessoas costumam perguntar
Se a sua dúvida não estiver aqui, manda mensagem que a gente responde.
Fale com a gente
A porta está aberta
Se você tem dúvida, se está com medo de vir, ou se precisa saber se dá para trazer alguém que está doente, mande mensagem. Quem responde é gente da casa, e aqui nenhuma pergunta é boba.
WhatsApp da casaFale com a casa
Mande uma mensagem
Se preferir escrever por e-mail ou se tiver uma dúvida mais longa, use o formulário ao lado. A casa responde em até 48 horas.